terça-feira, 9 de agosto de 2011

Jornalismo: Entrevistas realizadas em Brasília

Entrevistas realizada por José Geraldo Magalhães Jr. e Marcelo Ramiro com os Bispos eleito e reeleitos no 19º Concílio Geral, José Carlos Peres e Paulo de Tarso de Oliveira Lockmann, realizada em Brasília entre os dias 9 e 17 de agosto de 2011. Para ver as entrevistas dos demais Bispos e Bispa da Igreja Metodista, acesse o canal do youtube


Entrevista com o Bispo reeleito, Paulo Tarso de Oliveira Lockmann



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Meu filho, meu amigo!

Rafael Quando tinha 1 ano e 4 meses
Quisera eu ser puro e simples
Como os olhos de uma criança
Que expressam o verdadeiro sentido da vida
Sem se preocupar com a bonança

Rafael completa minha família com amor
Com seus “por quês” e felicidade
Ele cresce cada dia em Deus com temor
Para suportar a solidão da grande cidade

Seus olhos ficam como estrela a brilhar
Expressando o que há de mais puro no coração
Seu abraço apertado antes de deitar
Enche-me de gozo o coração

Minha vida é marcada no dia em que você nasceu
Por emoção, choro e algo que não sei explicar
Todo esse amor foi Deus quem me deu
Só sei que por toda minha vida eu vou te amar
 
Você é meu sol para iluminar meus dias
Que Deus te abençoe pra sempre
Tu és um anjo em forma de gente
Eu te amarei para sempre.

Do papai amigo
José Geraldo Magalhães Jr.
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sábado, 2 de julho de 2011

Homens metodistas se comprometem com a missão

“A marca do evento foi à ênfase na ação missionária.” Desta forma, a Bispa da Região Missionária do Nordeste, Remne, Marisa de Freitas Ferreira, definiu o 12º Congresso Nacional das Sociedades Metodistas de Homens. O encontro foi um marco para a Confederação, pois agregou também o 1º Congresso da América Latina e Caribe de Homens Metodistas.

Cerca de 350 pessoas participaram do Congresso em Porto Seguro, BA, entre os dias 22 e 26 de junho. Representantes do Uruguai e Chile estiveram presentes. O chileno Guilhermo Matias Guedes, de 49 anos, disse estar entusiasmado com o evento. “Que Deus possa confirmar por meio desse encontro o desejo de missão e trabalho no coração dos homens metodistas, pois eles precisam dar testemunho no trabalho e na vida cristã”, declarou.


Homens de todas as Regiões Eclesiásticas e Missionárias participaram do Congresso. "O grande milagre de Deus é o encontro. A igreja só sobrevive quando se encontra e consegue viver com o diferente”, diz Nelson Alves, 64, membro na Catedral Metodista em São Paulo. Ailton Siqueira, 55, Presidente da Sociedade de Homens da Igreja Metodista em Nilópolis, RJ, também se pronunciou. "É um prazer imenso ver homens metodistas reunidos em prol da missão".

O Congresso contou com palestras, plenárias administrativas norteando os trabalhos dos Homens no Brasil e com a eleição da nova diretoria da Confederação (*Veja a composição na página 9). “Tomamos decisões importantes e que certamente nos ajudarão na caminhada missionária”, diz o Presidente reeleito, Abdênego Eugênio.

Missão - A tônica do Congresso foi a parceria firmada entre a Confederação de Homens e a Região Missionária do Nordeste por um período de quatro anos. O objetivo principal é abrir uma Igreja Metodista em Porto Seguro, BA. A mais próxima da cidade está a quase 400 quilômetros de distância, em Vitória da Conquista, BA.

“Esse desafio não vai ser maior que a paixão dos metodistas em salvar vidas”, declara a Bispa Marisa. A demonstração desta verdade começou ainda no evento. Em uma das plenárias, que foi feita a proposta de abertura do campo missionário na cidade, vários congressistas se posicionaram. A proposta foi aceita e uma oferta foi levanta para o início dos trabalhos.

De acordo com o assessor financeiro da Confederação, Salvio Domingues, 13,5 mil reais já estão em caixa. Homens metodistas de várias partes do país se comprometeram também a enviar três mil reais por mês durante o primeiro ano de missão. Gualter Pupo, 70, do Rio de Janeiro, destaca que apenas em unidade é possível expandir o Reino de Deus. “Devemos permanecer assim, unidos, em prol da missão”, disse.

O presidente da Federação de Homens da 1ª Região, Marcus Vinícius, também reforça que a Igreja vai cresce tendo como base as ações conjuntas do povo metodista no BRasil. “Somos reconhecidos pela palavra que gera amor e unidade. A Federação vai assumir o compromisso durante os quatro anos nesse projeto nacional”, se compromete.

Jeremias Ignácio, 66, de Cascadura, RJ, declara que vai acompanhar o trabalho missionário em Porto Seguro. “Quero visitar em breve a mais nova comunidade metodista. Não sei se vamos vir de Kombi, mas ainda quero estar nesta igreja” afirma entusiasmado com o avanço da missão.

O historiador e pastor metodista, José Carlos Barbosa, acredita que é preciso relembrar o que os missionários fizeram quando chegaram ao Brasil. “Os metodistas foram a muitos lugares antes das igrejas e devemos continuar este trabalho”, disse. No Congresso, Barbosa lançou no evento o livro Adoro a sabedoria de Deus, em parceria com a Confederação. Toda a verba da edição dos 800 exemplares será destinada ao projeto em Porto Seguro.

Realização - O presidente da Confederação reeleito no congresso, Abdênego Eugênio, está satisfeito diante das conquistas. “O congresso atingiu plenamente seu objetivo. Realizamos um sonho e vamos continuar caminhando em prol da missão”, revela.

O desafio da Confederação agora é formar uma Federação de Homens na Remne. “Já estamos tomando as devidas providências em arcar com as despesas do encontro de homens no Nordeste onde será eleita a diretoria”, explica. Atualmente a Remne conta com 17 sociedades.

O Secretário Regional de Expansão Missionária da Remne, Dílson de Souza, 51, destaca a importância desse projeto para a região. “A implantação do metodismo em Porto Seguro veio em um ótimo momento e concretiza a expansão no sul e extremo sul. Agora vamos continuar este trabalho maravilhoso”.

O casal metodista de Belo Horizonte, que mora em Porto Seguro há dois anos, se colocou a disposição para iniciar o trabalho. Denis Guimarães, 62, e Raquel Ferreira (foto ao lado) contam que se sentiam órfãos na cidade litorânea, mas, que, agora, estarão empenhados nesta nova missão.

“Temos bons relacionamentos aqui com os vizinhos, fizemos bons amigos. Esse projeto veio de encontro ao nosso anseio como metodista. A gente sente muita falta de uma igreja esclarecedora”, afirma o casal. De acordo com a Bispa Marisa de Freitas, a Remne dará todo o apoio necessário para o início do trabalho e já no início do ano que vem um clérigo será designado para assumir o trabalho em Porto Seguro.

Pr. José Geraldo Magalhães Jr.
Publicado originalmente no site http://www.metodista.org.br/ e no jornal Expositor Cristão edição de Julho 2011


Nova Diretoria da Confederação Metodista de Homens:
Presidente Abdenêgo Eugênio 3ª Região
Vice: Celso Teixeira 1º Região
Sec. de Atas: Narciso Ferreira 6º Região
Sec. Correspondente: Eliezer Elias Marques 2ª Região
Tesoureiro: Inivaldo Correa 5º Região

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Pastores se reúnem em Mairiporã, SP


Cerca de 50 pastores e pastoras da terceira região eclesiástica da Igreja Metodista se reuniram em Mairiporã, SP, entre os dias 28 e 30 de junho para a "Clínica de Pastoreio de Pastores". O pr. Almir Salles, um dos palestrantes do evento, destaca a importância do cuidado com a família para que se possa desenvolver um ministério pastoral saudável: "é importante você está bem com sua família, isso implica em ser criterioso com a folga pastoral para ter um ministério bem sucedido".


O objetivo da clínica é oferecer suporte aos pastores/as e seus cônjugues com orações e assessoria no desenvolvimento de suas vidas e ministérios. Isso normalmente acontece através de grupos pequenos (três pessoas) que se reúnem regularmente para compartilhar experiências, desafios e orarem uns pelos outros.

Foto: Pr. José Geraldo Magalhães Jr.

Veja também:
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quarta-feira, 16 de março de 2011

A mulher ainda sofre violência

fonte: Expositor Cristão Março/2011

Por José Geraldo Magalhães e Diana Gilli

A violência contra a mulher existe há milhares de anos. Um dos primeiros relatos não foi registrado em nenhuma Delegacia da Mulher e muito menos em um Disque-Denúncia, por essa razão o criminoso ficou com o paradeiro ignorado. Mesmo assim, o crime ficou na história. Na ocasião, houve um caso de relação sexual forçada com uma mulher na cidade de Siquém, em Israel (Mundo Antigo). A vítima, Dina, foi assediada por um homem com o mesmo nome da cidade, Siquém. A história diz que “o homem viu Dina, pegou-a e a forçou a ter relações com ele”.

Se fosse no século XXI, de acordo com o  Secretário Executivo da Igreja Metodista, Dr. Alexandre Rocha Maia, “Siquém deveria ser enquadrado no Artigo 213 do Código Penal em vigor podendo pegar uma pena de 6 a 10 anos de reclusão”, no entanto, o crime de estupro foi registrado por Moisés por volta de 1450 anos antes de Cristo no livro sagrado, a Bíblia.O desfecho você encontra em Gênesis 34.1-3. Na ocasião, o criminoso não foi detido.
Casos como esse acontecem a todo instante. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (IPEA), que ouviu 2.770 mulheres nas cinco regiões do país no final do ano passado, casos devem ser apurados mesmo quando a vítima não quer.
O resultado aponta que 81,9% da população concordam que a violência doméstica cometida contra mulheres é um grande desafio para a sociedade. De acordo com a pesquisa, 91% dos entrevistados defendem que haja uma investigação mais rígida e 78,6% consideram que a aplicação da Lei Maria da Penha, lei 13.340/2006 (a lei levou o nome da farmacêutica Maria da Penha Fernandes, que lutou pela condenação de seu agressor) pode diminuir a violência contra as mulheres. Em 2011 a lei completa cinco anos.

De onde vem a violência contra a mulher?
De acordo com a Cartilha da Violência Contra a Mulher, “a raiz da violência está marcada na sociedade porque esta ainda dá mais valor ao homem, o que por sua vez se reflete na forma de educar os meninos e as meninas. Enquanto os meninos são incentivados a valorizar a força física, a agressividade, ação, a dominação e a satisfazer seus desejos, inclusive os sexuais, as meninas são valorizadas pela delicadeza, beleza, submissão, sedução, sentimentalismo, dependência, passividade e o cuidado com os outros.

Na maioria dos casos de violência contra a mulher, ela é gerada por causa do uso de álcool, drogas e ciúmes”. Essa “violência contra a mulher afeta sua saúde, sua integridade física e pode levar facilmente ao assassinato”, afirma Eva Alterman Blay, Profa. Titular de Sociologia e Coordenadora Cientifica do NEMGE (Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero) da Universidade Metodista de São Paulo (USP).

Medo
A Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Mulher, em Juiz de Fora, MG, registra uma média 500 ocorrências mensais e fica entre as cidades que apresentam índices mais altos ao se tratar de violência contra a mulher. Os números mais recentes mostram que, em agosto de 2010, foram 578 ocorrências e 476 no mês anterior do mesmo ano.

Para a delegada, Sônia Parma, os números ainda são baixos. "A mulher não vem à delegacia logo após a agressão, a nossa porta é a última que ela chega", diz. Sônia aponta ainda que existam três tipos de violência: a psicológica que acontece geralmente no convívio familiar; a física que é visível e deixa marcas no corpo, aliás, esta é considerada a mais comum, com lesões leves; e a social que é praticada no convívio da sociedade.

O teólogo, Rev. Marcos Garcia, que desenvolveu seu doutorado em Ciências Sociais e da Religião e pastor da Catedral Metodista de São Paulo, afirma ter “testemunhos de jovens que se recordam de serem molestados na infância, tocados até mesmo na sua comunidade de fé”.

Pais não quiseram denunciar
Nathalia C. de 28 anos vive em Montes Claros, Minas Gerais e já passou na pele um tipo de violência. Ela tinha apenas 12 anos quando seu tio tentou molestá-la ainda dormindo. Ao sentir alguém lhe acariciando nas partes íntimas gritou e imediatamente seus pais se levantaram. “Meus pais ficaram estarrecidos, o sentimento era de desprezo, ódio, vontade de sair batendo, fazer justiça com as próprias mãos”, lembra-se a jovem.
Mesmo assim, o caso não foi registrado em uma Delegacia, Nathalia e seus pais apenas cortaram o relacionamento familiar com o agressor.
Segundo Marcos Garcia, “muitas vezes a pessoa sofre o abuso e não tem coragem de denunciar. Em algumas situações ela não tem força para isso (...) quando falamos em denunciar sempre o que nos vem à mente é ter que tomar uma posição. Às vezes queremos ficar de bem com todo mundo” disse. O pastor afirma ainda que “o lar cristão deve ser a base. É preciso considerar esse como um espaço de crescimento e desenvolvimento de uma vivência saudável”.

“Tive que passar por muitos tratamentos terapêuticos. Foi nojento, aquilo sempre me vinha à mente e de alguma forma eu ainda me sentia culpada, sei lá, passa tudo na nossa cabeça em um momento desses”, desabafa Nathalia C.

A jovem diz que todo esse pesadelo acabou com sua adolescência e a fez mudar de cidade. “Eu já pensei em acabar com a minha vida, mas vi que não valeria a pena, hoje vivo bem, não esqueci o que aconteceu, mas vivo bem”.
Violência moral contra a mulher
Não é só o homem que violenta a mulher, muitas vezes são mulheres, só que de outra forma. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho – OITU, um dos casos que mais vem chamando atenção nos últimos anos é a questão do assédio moral, principalmente dentro do ambiente de trabalho. A violência moral é entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria. Abaixo você pode ver  os dados e sintomas apresentados em uma pesquisa realizada na PUC sobre a violência moral. Depois de um tapa nas costas e muitos insultos, Simone de Gouvêa Rosa, de 35 anos, recorreu à Justiça. Desde junho de 2007 briga por uma indenização. A acusação é de agressão moral e física por parte de sua chefia. Abalada, a funcionária diz que passou por um psiquiatra e uma psicóloga e teve de tratar da depressão com muitos remédios. “Tomava calmantes, não conseguia dormir. Naquela época não conseguia sair de casa, nem tirava o pijama, ficava enfiada no quarto o dia inteiro à base de antidepressivos, afirma.


O pastor e psicólogo Nils Friberg alerta para os prejuízos que o assédio moral causa. De acordo com ele, a violência moral contra a mulher se caracteriza por gestos, condutas abusivas e constrangedoras; ainda humilhar, inferiorizar, amedrontar, menosprezar ou desprezar, ironizar, difamar, ridicularizar, risinhos, suspiros, piadas jocosas relacionadas ao sexo, ser indiferente à presença do/a outro/a, estigmatizar os/as adoecidos/as pelo e para o trabalho, colocá-los/as em situações vexatórias, falar baixinho acerca da pessoa, olhar e não ver ou ignorar sua presença, entre outros.

De acordo com Diná Branchini, da Pastoral de Combate ao Racismo da Igreja Metodista, a mulher negra também sofre com o assédio. “Que ocorre, ocorre. Desde a questão estética, principalmente se ela mantém o cabelo mais natural, podem falar que não está bem arrumada. Já ouvi casos de pessoas que não estavam dentro do padrão estético”, afirma ela.

O assédio moral é tão antigo quanto o trabalho. É interessante lembrar que o primeiro assédio moral fruto de uma relação laboral se encontra na Bíblia, em Gênesis, capítulo 37, versículos: 3 a 24. José, filho de Jacó, foi vitima de assédio moral por parte dos irmãos, estes com ciúmes do amor do pai pelo irmão mais novo, tramaram sua morte, como não tiveram coragem de subtrair sua vida física, tentaram privá-lo da presença e do amor do pai. José era odiado pelos irmãos não somente, pelo fato de o pai amá-lo mais e sim, também, por ter mais responsabilidade e desempenhar melhor a tarefa que os demais.

O que pode ser feito?
 - Procurar as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher (DDM);
 - Ir até os Juizados Especiais, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres, Defensorias Públicas e, em organizações de mulheres;
- Disque-Denúncia 180, um serviço específico para receber queixas de violência doméstica contra a mulher que, somente até meados do ano passado registrou alta de 112% se comparado ao mesmo período do ano anterior (2009);
- No caso de assédio moral no ambiente de trabalho é necessário denunciar o ocorrido ao Sindicato da classe trabalhadora ou no Ministério do Trabalho.

Como fazer a denúncia
É de suma importância contar tudo em detalhes e, se possível levar testemunhas, ou indicar o nome e endereço delas. Se a vida dos filhos/as e/ou familiares sofrerem qualquer tipo de ameaças e a pessoa sentir que está em perigo, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.

De acordo com o crime especificado, a mulher pode necessitar ou não de um advogado para entrar com uma ação na Justiça. Caso não tenha dinheiro para tal, o estado poderá nomear um/a advogado/a para defendê-la. O que acontece em muitos casos é a retirada da queixa por parte da mulher, assim o caso não segue adiante.

Muitas vezes a mulher se arrepende e desiste de levar a ação adiante. Em outros casos, a mulher vai até o final do processo para colocar um ponto nesse passado de medo e terror, além de pedir indenização pelos prejuízos sofridos. Para isso, ela deve procurar a Promotoria de Direitos Constitucionais e Reparação de Danos.


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