quinta-feira, 15 de abril de 2010

Jornal Expositor Cristão

O Jornal Expositor Cristão é o Órgão Oficial da Igreja Metodista, editado mensalmente sob a responsabilidade do Colégio Episcopal. Ao contrário do que muitos pensam, ele é o jornal impresso mais antigo e sem interrupções. Foi fundado em 1º de Janeiro de 1886 pelo Missionário Rev. John James Ransom. Aqui, em primeira mão, você poderá ler a edição atual do mês em FLIPPER. Boa  leitura!

Abaixo, algumas fotos da trajetória deste jornal centenário, desde sua primeira edição e as mais recentes.

Se tiver dúvidas ou precisar de edições anteriores Clique aqui!

Ano 2011

Ano 2010



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terça-feira, 13 de abril de 2010

Ato Solene Credo Social

Igreja Metodista é homenageada por deputados paulistas
Ato Solene comemora o centenário do Credo Social

Pela segunda vez, o valor do Credo Social da Igreja Metodista é reconhecido por políticos brasileiros em cerimônia pública. O centenário do Credo Social recebeu uma homenagem em Ato Solene da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo no dia 9 de abril, por iniciativa do deputado estadual Estevam Galvão, que freqüentou a Igreja Metodista de Suzano por vários anos.
Estiveram presentes lideranças da Igreja Metodista e da Rede Metodista de Educação, além do Coral Evangélico de São Paulo e do conjunto coral "Canto da Terra", da Faculdade de Teologia da Universidade Metodista. (Na foto ao lado, no telão, bispo Adriel Maia com o Deputado Estevam Galvão).

O Bispo Adonias Pereira do Lago, presidente da Quinta Região Eclesiástica, saudou os presentes em nome do Bispo João Carlos Lopes, presidente do Colégio Episcopal Metodista. O bispo Adonias lembrou que "há muitas forças destruidoras do ser humano na sociedade. Mas a Igreja Metodista, enquanto parte do Corpo de Cristo, preocupa-se com o ser humano de maneira integral e participa da ação de Deus no seu pr opósito de salvar o mundo".
O pastor Rui Josgrilberg (foto ao lado), reitor da Faculdade de Teologia, destacou as históricas e pioneiras ações sociais da Igreja Metodista, como a criação do ICP, o Instituto Central do Povo, em 1906, e o Projeto Meninos e Meninas de Rua, de 1983. "Cremos que a salvação não é apenas individual, mas social", destacou. O Rev. Josgrilberg também ressaltou a atuação do deputado e pastor metodista Guaracy Silveira, primeiro parlamentar evangélico brasileiro, um atuante defensor das causas sociais; eleito para Assembleia Nacional Constituinte em 1933, na legenda do Partido Socialista Brasileiro.
E agradeceu a iniciativa da homenagem não apenas pelo valor deste reconhecimento mas, também, como um incentivo para que a Igreja Metodista, no presente, tenha maior presença pública. "Temos que ser honestos. Hoje vivemos momentos de hesitação. Esta iniciativa serve para nós como um grande incentivo para retomarmos o vigor de nossa vocação social e profética". (Ao lado, em cima o Coral da Faculdade de Teologia e abaixo o Coral Evangélico de SP).


Nas fotos abaixo a Plenária com os/as pastores/as presentes no evento
 


 Do reconhecimento municipal ao estadual

No dia 10 de dezembro de 2009, Dia Internacional dos Direitos Humanos, a Câmara Municipal de São Paulo realizou uma Sessão Solene para celebrar o centenário do "Credo Social Metodista", com a presença de lideranças da Igreja Metodista e da cidade de São Paulo.
A significativa data escolhida para a comemoração remete aos valores deste pioneiro documento editado pela Igreja Metodista, nos Estados Unidos. Quarenta anos antes da Declaração Internacional dos Direitos Humanos, o "Credo Social Metodista" já apresentava uma inédita e ousada declaração de compromisso com o direito e a justiça: "A Igreja Metodista compromete-se com direitos iguais e justiça completa para todos os seres humanos".

Texto: Suzel Tunes

Fotos: Alexander Libonatto e José Geraldo Magalhães Jr.
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domingo, 11 de abril de 2010

Dia do Pastor/a: 11 de abril

ERA TUDO O QUE EU GOSTARIA...

A propósito do dia do/a pastor/a (11/04)

No dia do/a pastor/a

Eu desejo abraçar os/as amigos/as, ovelhas, sentir o calor humano que aquece a alma e o coração e recordar os afetos e o carinho de pessoas que se comprometem num “companheirismo de jugo”...

Eu desejo ver o sorriso das crianças, a alegria dos avós e a serenidade dos/as servos/as de Deus que conseguem enxergar a ação divina nas pequenas atitudes...


No dia do/a pastor/a

Eu queria chorar a dor que possa ter provocado em pessoas que pastoreei e chorar a dor, a maldade e a impiedade com que algumas ovelhas me trataram...

Eu queria lamentar como os salmistas fizeram no passado e reafirmar a minha fé e esperança no futuro sob graça de Deus...


No dia do/a pastor/a

Eu não espero ser homenageado, mas chamado de pastor, tão simplesmente chamado de pastor, ou mesmo de bispo, não pelo encargo do cargo, mas pelo carisma do ministério...

Eu desejo ouvir a voz das ovelhas que tão carinhosamente e confiadamente me chamam de pastor...


No dia do/a pastor/a

Eu queria ter a certeza de que as crianças de hoje, bem como meus filhos e futuros netos, que espero ter, encontrem a Igreja Metodista “metodista” e não precisem de inúmeras justificativas para explicar o inexplicável e tampouco terem que buscar outra comunidade de fé que evidencie uma vivência mais saudável e salutar do Evangelho...

Eu gostaria de dizer com toda a tranqüilidade e confiança que a graça de Deus, e não as gracinhas do homem e da mulher, é a base da doutrina, da vida e da missão da “nossa Igreja”...


No dia do/a pastor/a

Eu gostaria de aconselhar as minhas ovelhas para terem cuidado com os falsificadores, os falsificados, os dissimulados e os impiedosos que se vestem de espirituais para enganar e roubar a ingenuidade e a simplicidade das pessoas...

Eu gostaria de expressar sem medo de retaliações e perseguições que alguns modelos estereotipados que se instalaram em nossos apriscos são cismáticos e antagônicos ao modo de ser Igreja Metodista....

Eu gostaria de falar do estilo de liderança autoritário, calculista, frio, ameaçador... Falar de modelos de discipulado... modelos de práticas pastorais... e pedir para que Jesus seja o principal modelo de pastoreio...


No dia do/a pastor/a

Eu espero ver uma igreja acolhedora, terapêutica, solidária, educadora, missionária, libertadora, ministerial e inserida na realidade, ofertando amor em todo o tempo e para todos/as...

Eu espero encontrar os carvalhos de justiça plantados na casa do Senhor, como afirma o profeta Isaías em seus oráculos...

Bispo Josué Adam Lazier
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sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sinais e a Paixão de Cristo

02/04/2010 – Culto da Paixão de Cristo

Título: Os Sete Sinais e as Sete Palavras da Paixão; Texto: João 11.45-57 Tema: Paixão de Cristo.

I- Exórdio:

Irmãos e irmãs, certamente hoje é um dia em que as igrejas cristãs e protestantes se organizam para esta celebração: A Paixão de Cristo. Sugeri como título de nossa reflexão nesta noite: Os Sete Sinais e as Sete Palavras da Paixão.

O Evangelho de João começou a circular nas comunidades já num tempo tardio, no final do século 1º séc. (90 d.C), no entanto, ele tem uma linguagem muito peculiar, principalmente no que tange às mulheres e crianças.

A epístola do Evangelista João é comumente conhecida com o “Evangelho dos Sinais”, ou “O Livro dos Sinais”. Pois o redator joanino se preocupa com os pormenores, ou seja, com os relatos dos chamados “Sete Sinais” e, “O Grande Sinal” de Jesus. Não vamos lê-los, mas mencioná-los para que nossa memória possa recuperar estes 7 Sinais e o Grande Sinal enfatizado por João nesta epístola Joanina. São estes considerados o “Início dos Sinais da Vida”. Sã eles:

1º Sinal em João 2.1-12: As celebração das bodas em Caná da Galiléia. A transformação da água em vinho. O vinho, na Bíblia, representa o amor; são muitos os textos bíblicos que falam disso (cf. Ct 1.2; 7.10; 8.2). A Antiga Aliança, portanto, não tem mais sentido, pois o amor foi substituído pela Lei.

2º Sinal está em João 4.46-54: A cura do filho de um oficial do rei. Existe uma semelhança muito forte com o primeiro sinal, pois o primeiro faltava, Vinho, o amor; neste segundo faltava a vida no filho do Oficial do rei. Nos dois casos, Jesus age transformando a carência em abundância, a tal ponto que, os discípulos creram em Jesus quando ele transforma água em vinho (Jo 2.11) e, no segundo sinal, o pagão (o oficial do rei) adere a Jesus com toda a sua família (Jo 4.53). Uma transformação de carência em vida!

3º Sinal está em João 5.1-18: A Cura do Paralítico. O Evangelho de João aponta que as festas judaicas se transformaram em ocasiões para as lideranças religiosas explorarem o povo. Neste caso, o paralítico representa o povo, ou seja, a proposta de Jesus com a cura do paralítico é trazer Vida para a nação. Assim, Jesus ordena ao paralítico que “levante, toma o teu leito e anda” (Jo 5.8), ou seja, o povo que estava aprisionado em suas cadeias, dominados pelos poderosos, agora são convocados neste sinal, a usufruírem da vida e da liberdade.

4º Sinal está em João 6.1-15: A Multiplicação dos Pães. Este não acontece mais na Galiléia ou Jerusalém, mas “do outro lado do mar Galiléia” (Jo 6.1), ou seja, num território inimigo, PAGÃO. Jesus sobe à montanha – como Moisés subiu outrora no Monte Sinai – e aí senta com seus discípulos (6.3). Ora, a Páscoa dos Judeus estava para acontecer (6.4). Daí, percebemos o que Jesus quis nos dizer com este sinal: primeiro todo Judeu deveria subir para Jerusalém para celebrar a Festa da Páscoa, mas Jesus faz o contrário, Ele sai de Jerusalém e vai para um território pagão, e, com Ele uma multidão de judeus; exatamente como Moisés saiu do Egito rumo à terra da liberdade e da vida. Jesus age dessa forma porque Jerusalém se torna um lugar de opressão do povo, um novo Egito. É com essa multidão que Jesus celebra a Páscoa, pois ele sobe a montanha, senta com o povo e sacia a fome deles, e a multidão reconhece que “este é mesmo o profeta que deveria vir ao mundo” (v.14). A partilha é a resposta para a fome da humanidade!

5º Sinal está em João 6.16-21: Jesus caminha sobre as águas. Este sinal nos oferece algumas pistas. Em primeiro lugar o texto indica que a tarde está caindo (v.16) e, a seguir diz que já era noite (v.17). Seria arriscado atravessar o mar durante a noite pelas grandes tempestades (v.18) “soprava o vento e o mar estava agitado”. Essa informação de que já era noite, nos faz mergulhar no sentido simbólico da escuridão – TREVAS no Evangelho de João. Os discípulos estão atravessando um estágio de trevas para a Luz.

Por essa razão, quando Jesus anda por sobre as águas Ele Diz: “SOU EU, não temais” (v.20). Esta expressão “SOU EU” ou “EU SOU” recorda o Nome do Deus Libertador (Javé – YHWH) no tempo do Êxodo (Cf. Êx 3.14-15). Jesus, então, se dá a conhecer com a presença de Deus que liberta.

6º Sinal está em João 9.1-41: A Cura do Cego de Nascença que, acontece em Jerusalém (10.22), a Luz do mundo – JESUS entra em conflito com as trevas – as lideranças-política e religiosas. Jesus ao curar o cego com saliva e terra afirma que “veio para este mundo afim de que os que não vêem vejam, e ao que vêem tornem cegos” (9.39).

7º Sinal está em João 11.1-44: A ressurreição de Lázaro. Este é o ponto alto da prática libertadora de Jesus. De fato, a ação de Jesus é libertar tudo que oprime o ser humano. Aqui Jesus liberta Lázaro da morte, vencendo uma barreira que parecia insuperável.

Preposição: Diante desses sinais, principalmente, a ressurreição de Lázaro há duas reações.

A primeira delas é que muitos judeus que tinham ido à casa de Maria, vendo o que Jesus fez, creram nele; por outro lado, outras pessoas o denunciam ao Sinédrio que, mais tarde vai condená-lo à morte.

Transição: Vejamos nosso texto:

A- (V. 47-48) O medo dos poderosos.

É a primeira vez que o Evangelho de João cita o Sinédrio abertamente. Além disso, o texto nos informa que ele está reunido para planejar tirar a vida de Jesus.

Os poderosos do Sinédrio tinham medo de Jesus e daquilo que Ele faz. Estão desorientados e – o que parece pior – sentem que perdem o poder de influência sobre o povo: vejamos novamente o que diz o verso 48: “Se o deixarmos, assim, todos crerão nele; depois virão os romanos e tomarão não o nosso lugar, mas de toda nação”.

Nesse sentido, o Conselho do Sinédrio reunido tentam encontrar uma saída, com o intuito de manter seus privilégios e de continuar controlando o povo. A saída está no “PERIGO” que a prática de Jesus representa à nação (v.48b) “os romanos e tomarão não o nosso lugar, mas de toda nação”.

Assim, o Sinédrio encontra um modo “LEGAL” de condenar alguém a morte: a segurança nacional. O Sumo Sacerdote dá o veredito final. Vejamos o versículo 50:


B- (V. 50) A intervenção do Sumo Sacerdote Caifás é decisiva.

Enquanto o Sinédrio discute o problema, o Sumo Sacerdote, Caifás, presidente do Conselho intervém (V.50): “Vós nada sabeis, vocês não percebem que é melhor um só homem morrer pelo povo, do que a nação inteira perecer”. Depois da intervenção dada pelo Sumo Sacerdote, a voz representativa do povo, o Sinédrio decide: “A partir desse dia, as autoridades dos judeus decidiram matar Jesus” (v.53).

Interessante que houve várias tentativas para matar Jesus (Cf. 7.30), “mas ainda não era chegada a sua hora”.

O verso 55 diz que “estava próximo a Páscoa dos Judeus”. Uma festa que tinha um significado de libertação, mas naquela época foi uma festa de morte. Vejamos o que nos diz o texto: (verso 56-57): “Lá, procuravam Jesus e, estando eles no Templo, diziam uns aos outros: Que vos parece? Não virá ele a Festa? Ora os principais sacerdotes e os fariseus tinham baixado uma ordem: quem soubesse onde Jesus estava, devia denunciá-lo, afim de o prenderem”.

A estratégia do Sinédrio é envolver o povo para não “sujar” as mãos. Aqui está a grande ironia: pois o povo deve subir dias antes à Jerusalém a fim de purificar-se das eventuais impurezas. Poderá o povo purificar-se na fonte da corrupção?


Transição: Diante de tal situação o capítulo 13 nos abre para o Grande Sinal que está representado no LAVA-PÉS, o DISCURSO DE DESPEDIDA e a CRUCIFICAÇÃO.


CONCLUSÃO:

É nestes 7 Sinais e no Lava-Pés que Jesus demonstra o amor, o serviço, a partilha, ou seja o verdadeiro DOADOR DA VIDA. Portanto, anunciamos “As 7 Palavras da Paixão” [Colaboração de Luiz Carlos Ramos, disponível em http://www.luizcarlosramos.net/ acessado em 02/04/2010].


1ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [Lucas 23.33-34] PERDÃO

E, quando chegaram ao lugar chamado a Caveira, ali o crucificaram, e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. E dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.

2ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [Lucas 23.41-43] PROMESSA DO PARAÍSO
Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, porém, o outro, repreendeu-o, dizendo: nós, com justiça, recebemos o que os nossos feitos mereciam; mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: Senhor lembra-te de mim, quando entrares no teu reino. E disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso.

3ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [João 19.26-27] FAMÍLIA
E junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria mulher de Cléopas, e Maria Madalena. Ora, Jesus, vendo ali sua mãe, e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa.

4ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [Mateus 27.45-46]ABANDONO
E, desde a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra, até a hora nona. Cerca da hora
nona, bradou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lama sabactani: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?

5ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [João 19.28] FINITUDE
Depois, sabendo Jesus que todas as coisas já estavam consumadas, para que se cumprisse
a Escritura, disse: Tenho sede.

6ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [João 19:30] MISSÃO CUMPRIDA
Então Jesus disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

7ª. PALAVRA DA PAIXÃO: [Lucas 23.46] ENTREGA
E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isto, expirou.


Que possamos relembrar esse momento de crucificação, como uma entrega de nossas vidas a Jesus pelo seu Supremo e Único sacrifício feito por todos nós!
Amém!

Boa Páscoa!


Pr. José Geraldo Magalhães Jr.
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Bibliogrfia consultada:
Como Ler o Evangelho de João: o Caminho da Vida JOSE BORTOLINI Paulus, 1990, 208p. 8534902461 Livros: Religião: Bíblia
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segunda-feira, 29 de março de 2010

Ideias para celebrar a Páscoa

Ideias para celebrar a Páscoa:



Essa postagem é apenas um apoio preparado pelo Departamento Nacional de Escola Dominical e a Coordenação Nacional de Educação Cristã para você celebrar a Páscoa de várias formas diferentes, como por exemplo, dramatizações, liturgia, símbolos e seus significados... Essas ideias foram publicadas no Boletim Recriar da Igreja Metodista e no site www.metodista.org.br
Valha apena ter esse mterial arquivado. Acessem, pois nele você irão encontrar:
1- Os símbolos da Páscoa
2- Celebração da Ressurreição “Quando Jesus Vive em nós”
3- Liturgias: "Celebrando a Páscoa”
4- Dramatização “A Esperança da Vida”

Feliz Páscoa e Boa Celebração!


Clique aqui para ter acesso ao material em PDF

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