sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Eu sou contigo

Não temas que Eu sou contigo
INTRODUÇÃO:
Texto: Isaías 41.8-10, 13-14; 43.1-5;
Assunto: Confiança;
Tema: Confiar em Deus nas adversidades da vida.

Exórdio:
Hoje enfrentamos uma crescente miséria do povo, uma injustiça impune, uma corrupção que se alastra no meio dos políticos, o abando, o desemprego, a desigualdade social, a exclusão, a doença, a solidão, o desamor, a violência que aumenta a cada dia, a poluição ambiental que ameaça a sobrevivência humana, o terrorismo, homens bombas no Oriente Médio; no HAITI, como vimos recentemente nos noticiários, mulheres para matar a fome fazem biscoitos de barro, manteiga e sal... Tudo isso provoca em nós um forte questionamento: O que fazer diante de tal realidade? Parece um túnel escuro. Será que, tem saída para essa realidade? Como salvar a vida humana de tantas tragédias? E mais, como encontrar Deus no meio de tudo isso? Se Deus é bom, o por quê pessoas passam fome? Existe miséria?

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Como Deus vê você?

O Olhar de Deus sobre as Igrejas
Texto: Ap. 3.14-22; Tema: Igreja e arrependimento.
I- Exórdio:
Irmãos e irmãs dificilmente ouvimos uma pregação tendo como base o livro de Apocalipse. Isso acontece talvez por alguns motivos:
1 - Apocalipse lembra final dos tempos e, consequentemente, nos leva a pensar
em um cenário de destruição, morte e dor.
2 – Ou talvez porque há uma enorme quantidade de símbolos e números no livro, o que dificulta ainda mais a interpretação.
O fato é que, na verdade, Apocalipse quer dizer revelação. A palavra de Deus revelada ao discípulo João quando ele estava preso na Ilha de Pátmos. Essa revelação por parte de Deus deveria ser entregue às Sete Igrejas da Ásia (v.11): Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sardes, Filadélfia, e Laodicéia. Cada uma delas com sua doutrina e seu modo de ser igreja. Percebemos que naquela época as igrejas não tinham uma nomenclatura como exitem hoje uma variedade muito grande de nomes de igrejas evangélicas, como por exemplo, Igreja Metodista, Assembleia de Deus, Batista, Igreja Evangélica Jesus está Voltando e Você Fica...

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(Des) construindo - Ne 4.1-9

(Des) construindo uma vida restaurada na presença de Deus
José Geraldo Magalhães Júnior - 26/09/2008

INTRODUÇÃO:

Texto: 4.1-9; 6.15; 7.5-10
Exórdio: Ao adquirirmos uma propriedade, se ela ainda não é cercada, murada, a primeira providência é erguer um muro para protegê-la contra os invasores e saqueadores. Alguns chegam a colocar cerca elétrica ou pedaços de vidros, alarmes para garantir uma maior segurança do patrimônio. A palavra muro vem do latim muru que significa: 1. Parede forte que circunda um recinto ou separa um lugar do outro. 2. Defesa, proteção. Nós tomamos a providência recentemente de proteger nossa igreja aumentando as grades, certo?

Explicação: É sabido de todos nós que uma das seguranças que o povo de Israel se utilizava para proteger-se, eram os muros. No entanto, Jerusalém fora destruída no ano 580 a.C. Nossa reflexão nesta noite, parte do princípio que tanto Neemias como Esdras desejavam fazer da reconstrução dos muros de Jerusalém, não apenas proteger a cidade, mas um símbolo da restauração espiritual da vida do povo. Assim, de acordo com o capítulo 8 versículo 8, eles “leram no livro, da Lei de Deus, claramente, dando explicações de maneira que entendessem o que se lia”.
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Formas de adorar a Deus

Texto: João 4.24; Tema: Formas de adorar a Deus

INTRODUÇÃO: (Explicar o texto da mulher samaritana)
Esse texto nos transmite um diálogo entre um judeu, Jesus, e uma mulher de Samaria que o texto não revela o nome. O que João quis destacar na época não era a mulher, tanto que ele nem se preocupou com o nome dela, mas sim, a aproximação entre um judeu e um samaritano, o que não era comum na época. Diz o texto no verso 9: “como sendo tu judeu, me pedes de beber a mim que sou mulher samaritana (porque os judeus não se comunicam com os samaritanaos)”. Jesus, então, quebra esse preconceito ao se aproximar da mulher e, depois de um longo diálogo sobre onde se deve adorar, ou seja, no monte ou Jerusalém, a mulher no verso 23-24 ouve de Jesus: “Mas a hora vem, e os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e em Verdade, porque o Pai procura tais adoradores que assim o adorem. Deus é Espírito, e importa que seus adoradores o adorem em espírito em verdade”.

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Direitos Humanos

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, Câmara Municipal de São Paulo celebrou o Credo Social da Igreja Metodista
A iniciativa partiu de um vereador da Câmara após ler o livro Sal da Terra e Luz do Mundo - 100 anos de Credo Social Metodista, da Editeo
O Dia Internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro, tornou-se uma data ainda mais especial para a Igreja Metodista no Brasil. A Câmara Municipal da cidade de São Paulo escolheu esse dia significativo para realizar uma Sessão Solene em homenagem ao centenário do Credo Social Metodista.
O vereador José Ferreira, o “Zelão”, que propôs a realização da solenidade, destacou que o Credo Social, documento que expressa a doutrina social metodista, antecedeu em 40 anos e certamente inspirou o texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos assinado em 1948.
A homenagem na Câmara Municipal nasceu da publicação de um livro e do desejo de que a Igreja e o poder público possam unir esforços em favor do bem कामुम.No início deste ano, a Editora da Faculdade de Teologia publicou o livro Sal da Terra e Luz do Mundo: 100 anos do Credo Social Metodista, com o registro das palestras da 57ª Semana Wesleyana, que celebrou o centenário do Credo Social. Este livro, oferecido a lideranças políticas brasileiras, a fim de estimular o necessário diálogo entre Igreja e sociedade, chegou às mãos do vereador Zelão por intermédio do pastor Alcides Barros. “Ao receber este livro, que expressa o diálogo da Igreja Metodista com a sociedade, me senti no dever de prestar uma homenagem, reconhecendo os valores sociais da Igr eja e estreitando os laços de solidariedade e compromisso com as causas sociais”, afirmou o vereador, ao presidir a cerimônia.

A solenidade realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal contou com a presença de várias lideranças da Igreja Metodista. A mesa, presidida pelo vereador, incluiu os bispos Adriel de Souza Maia, Nelson Luiz Campos Leite e Geoval Jacinto da Silva; o reitor da Faculdade de Teologia, Rev. Rui Josgrilberg; o secretário da Associação da Igreja Metodista, Dr Alexandre Rocha Maia; o pastor Alcides Barros, co-fundador da Comunidade Metodista do Povo de Rua; a secretária de Ação Social da 3ª Região Eclesiástica, Jairma de Assis Guello; a coordenadora do Ministério de Ações Afirmativas para Afro-descendentes, Diná da Silva Branchini e o reitor da Universidade Metodista de São Paulo, Márcio de Moraes. Prestigiando a cerimônia, havia pastores(as) e seus familiares, membros de igrejas, professores e alunos da Faculdade de Teologia. Vários políticos que não puderam comparecer à solenidade enviaram mensagens de felicitações, incluindo o governador do estado de São Paulo, José Serra; prefeito Gilberto Kassab, secretários de estado, vereadores e o reitor da Universidade de São Paulo, João Grandino Rodas.
O evento foi aberto pela execução do Hino Nacional Brasileiro, pela Banda da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Contou também com a participação do coral Canto da Terra, da Faculdade de Teologia, que encantou os presentes com cânticos expressando esperança e o anseio por justiça, sentimentos presentes no movimento metodista desde os tempos de John Wesley, como destacou o bispo Adriel de Souza Maia em seu pronunciamento. O bispo Adriel lembrou, ainda, de uma máxima que pautava a vida e o ministério de John Wesley: Tornar o cristianismo uma religião solitária é destruí-lo. “Assim, reafirmamos que o Credo Social é mais que um documento, mas estilo de vida, partindo dos valores do Evangelho”, disse o bispo. “Nossa oração nessa casa, que é o ´altar do povo´, é que Deus nos ajude a fazer um novo Brasil justo e solidário. Ajuda-nos a ser realmente ´comunidade missionária a serviço do povo´. Oramos também em favor da Câmara, a fim de que a fé desse colegiado possa estar a serviço da dignidade da vida”.
O Rev.Rui Josgrilberg, reitor da FaTeo, também expressou o seu desejo de que a Igreja Metodista siga reafirmando, com sua ação missionária, os princípios de seu Credo Social. Após a exibição de um vídeo com alguns exemplos de projetos sociais desenvolvidos pela Igreja Metodista, ele destacou algumas ações históricas, como a criação do também centenário Instituto Central do Povo, primeira organização social do país e o apoio ao Projeto Meninos e Meninas de Rua de São Bernardo do Campo, que teve papel marcante na elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990. “Quero agradecer de modo especial ao vereador Zelão não apenas por propor essa homenagem, mas por sua sensibilidade em perceber que uma Igreja Metodista que tem um Credo Social de 100 anos precisa assinalar este evento para ela mesma e para a sociedade. Já tivemos maior presença pública e profética. Vivemos hoje momentos de hesitação. Sua homenagem serve de incentivo para retomarmos nossa vocação profética”.
CLIQUE AQUI para ler o discurso do prof. Rui Josgrilberg na íntegra.
Texto: Suzel Tunes
Fotos: Alexander Libonatto
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